Tudo nesta vida tem um início, perceptível ou não, fácil de entender ou não, mas vou tentar resumir ao máximo todo o meu caminhar, na minha vivência contra algo, que a medicina trata como fobias, estresses pós traumático, síndrome do pânico e a "tal" depressão.
Não tenho conhecimento nenhum do mundo psicológico a não ser uns poucos artigo que leio, de acordo com o meu interesse em determinados assuntos, nada mais. Não pretendo substituir psicólogos, psiquiatras ou psicopedagogos nesta empreitada usando a escrita
Você pode concordar ou não, pode criticar, entenda da forma que você quiser, mas esta é parte da minha historia de uma vivência que poucos entendia, e ainda hoje não há uma compreensão exata para o que as minhas palavras irá tentar transmitir neste blog.
Desde a minha adolescência eu percebia momentos de leves desânimos além daquilo que não acontecia na maioria dos meus amigos e colegas, e eu, na minha, meio anti-social, mas aquilo era para mim normal, o de estar sempre na minha, não concordando, em partes, com a forma que a maioria das pessoas do meu convívio agia/praticava em seus cotidianos, não estou querendo dizer contravenções, algo contra a lei do nosso país, era apenas algumas coisas que eu simplesmente achava que estava fora do contexto ou algo que atrapalhava a mim ou a outrem. Mas enfim, para mim era normal as minhas atitudes e ou forma de ver a vida.
Sai da adolescência e entrei na juventude carregando em mim, nesta forma de ver a vida, sem dar a menor importância para esta carga genética/natural ou psicológica meio disfuncional, hoje vejo assim.
Saíamos para uma festa, eu ficava pelos canto, selecionando quem eu queria conversar, com quem sentar na mesa, e isso tudo com a maior normalidade possível, sem saber eu, que ali começava a minha jornada para chegar onde cheguei. Como disse, genético ou psicológico, la dentro de mim, hoje vejo como timidez ou no minimo uma arrogância permeada de ignorância sem o devido conhecimento da existência ou de uma ou outra.
Hoje tenho profissão definida, que me da bons ganhos, amigos que me ajudam e faz com que meus dias sejam melhores, faço parte de uma familia primordial para qualquer ser humano, a familia religiosa. Creio em Deus, nas palavras do seu Filho Jesus e Espírito Santo, sou protestante praticante, presbiterianista, tenho ao meu lado uma família maravilhosa que me ajuda e me compreende. Mas sei que de nada adianta termos tudo isso, que nos ajuda, se temos no ser algo fora do eixo, e não sabemos como explicar.
Conviver com estresse pós traumático, síndrome do pânico, TOC e depressão, é pau de dar em louco, não é fácil. Como explicar algo que simplesmente te desliga de tudo o que é "normal"? Como conviver ou viver com algo que te atrapalha até para ir ao banheiro se refrescar, não dá para mensurar tudo isso.
Tem o começo mas parece que não vai ter fim nunca, como diz o ditado, "doidêra" pura, foge às regras que aprendemos em nossa simples passagem por este planeta, incompreensível.
E assim sem muitas palavras, resumindo, aqui começa o meu diário.
Me desculpe se às vezes expresso de forma meio incompreensível em meus textos, mas é a minha melhor forma de contribuir.
Abraços a todos que de uma forma ou de outra vivencia essas nuances da vida.
Conviver com estresse pós traumático, síndrome do pânico, TOC e depressão, é pau de dar em louco, não é fácil. Como explicar algo que simplesmente te desliga de tudo o que é "normal"? Como conviver ou viver com algo que te atrapalha até para ir ao banheiro se refrescar, não dá para mensurar tudo isso.
Tem o começo mas parece que não vai ter fim nunca, como diz o ditado, "doidêra" pura, foge às regras que aprendemos em nossa simples passagem por este planeta, incompreensível.
E assim sem muitas palavras, resumindo, aqui começa o meu diário.
Me desculpe se às vezes expresso de forma meio incompreensível em meus textos, mas é a minha melhor forma de contribuir.
Abraços a todos que de uma forma ou de outra vivencia essas nuances da vida.
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