O mito da descontinuação, no meu caso caiu por terra, ja faz 14 dias que parei de fazer uso do medicamento denominado paroxetina, nada daquilo que prega pela internet afora. Uns falam que o medicamento é coisa de doido, que é difícil largar, que vicia, é puro mito, quem diz isso e porque tem medo de enfrentar seus monstros pessoal. E o que o medicamento faz no inicio do tratamento é botar toda sujeira que está entulhada em um canto do nosso ser e joga ela para fora, a expõe, daí o medo que muitos tem em tratar-se. Pois foi assim que senti no inicio do tratamento, muito medo do desconhecido, e não foi isso que nos levou a depressão? O medo?
Sinto ainda pequenos sinais de vertigem, o que era uma vertigem muito ruim, hoje pela primeira vez, ao virar o rosto bruscamente, senti apenas uma leve tontura, mas muito longe, me sinto feliz e com auto estima lá em cima, parece que estou nas nuvens, graças a Deus, ufa passou.
Agora estou entrando em uma nova fase da minha vida, engraçado, tudo está dando certo, fatos que não me ocorre há anos, muito interessante, mudei o foco do meu dia-a-dia e dos meus projetos, hoje consigo cuidar de mim, do jeito que preciso.
Você que está do outro lado com medo do uso continuado de medicamento anti-depressivo, aqui quero falar do medicamento que conheço, os IRS, mais precisamente a paroxetina.
Se você tem sindrome do panico, estresse pós traumatico, depressão ou ansiedade generalizada, procure um médico, principalmente o psiquiatra, ele te ajudará com certeza.
Vamos lá.
Abraços a todos
DIARIO DE UM ILUMINADO
quinta-feira, 12 de março de 2015
11º AO 13º DIA
Em um post anterior eu citei o uso do vinho e chocolate amargo como coadjuvante no processo de descontinuação do uso da paroxetina.
Não sei dizer se eles ajudaram, mas percebi que pelo menos no momento que eu tomo uma pequena dose de vinho, sempre a noite antes de consumir algo, eu percebi uma leve subida no nível de alegria interior, se fosse fazer uma comparação em uma escala de 1 a 10, eu diria que fui a 4.
O que escrevo aqui eu não quero que ninguém siga a risca o que escrevo, pois apenas eu compartilho o que esta funcionando para mim, não sei se funciona para você, e como disse nada aqui substitui psicologo, psiquiatra ou um médico.
Aqui apenas é um meio para que possamos compartilhar nossas experiencias psicossomáticas.
A intensidade dos sonhos diminuíram, mas agora fui acometido de uma leve diarréia, que em nada me atrapalha. Agora posso dizer que estou dormindo bem, depois de 06 dias mais ou menos dormindo com sonos muito leves, ou as vezes tão pesados que não consegui ouvir o barulho de uma tempestade que passou pela minha cidade, as duas faces da moeda, as vezes ao extremo ou não.
Tudo o que acontece na minha vida neste momento tem um sentido de relatividade, ainda meio grogue, pois o corpo esta afinando as cordas para adaptar em uma nova forma de viver.
Tenho momentos de lucidez total para depois entrar em uma apatia que chego a deitar de tão desanimado. Mas como digo, nada que atrapalhe, são momentos curtos, vão e volta.
Hoje 13º, a vertigem não quer me largar, é ela que tem me deixado com receio, pois ao invés de diminuir ela tem aumentado de intensidade, tem hora que eu me faço a pergunta, será que estou com labirintite.
É o seguinte, os sintomas da vertigem em mim é quando eu viro a cabeça com rapidez ela ataca, quando acelero a moto ou carro e no momento que vou freiar vem os sintomas, mas nada que eu não aguente, até aqui tudo suportável, não é nenhum bicho de sete cabeças, tudo que acontece eu tenho o minimo de controle mental em tudo.
Vamos lá!
Não sei dizer se eles ajudaram, mas percebi que pelo menos no momento que eu tomo uma pequena dose de vinho, sempre a noite antes de consumir algo, eu percebi uma leve subida no nível de alegria interior, se fosse fazer uma comparação em uma escala de 1 a 10, eu diria que fui a 4.
O que escrevo aqui eu não quero que ninguém siga a risca o que escrevo, pois apenas eu compartilho o que esta funcionando para mim, não sei se funciona para você, e como disse nada aqui substitui psicologo, psiquiatra ou um médico.
Aqui apenas é um meio para que possamos compartilhar nossas experiencias psicossomáticas.
A intensidade dos sonhos diminuíram, mas agora fui acometido de uma leve diarréia, que em nada me atrapalha. Agora posso dizer que estou dormindo bem, depois de 06 dias mais ou menos dormindo com sonos muito leves, ou as vezes tão pesados que não consegui ouvir o barulho de uma tempestade que passou pela minha cidade, as duas faces da moeda, as vezes ao extremo ou não.
Tudo o que acontece na minha vida neste momento tem um sentido de relatividade, ainda meio grogue, pois o corpo esta afinando as cordas para adaptar em uma nova forma de viver.
Tenho momentos de lucidez total para depois entrar em uma apatia que chego a deitar de tão desanimado. Mas como digo, nada que atrapalhe, são momentos curtos, vão e volta.
Hoje 13º, a vertigem não quer me largar, é ela que tem me deixado com receio, pois ao invés de diminuir ela tem aumentado de intensidade, tem hora que eu me faço a pergunta, será que estou com labirintite.
É o seguinte, os sintomas da vertigem em mim é quando eu viro a cabeça com rapidez ela ataca, quando acelero a moto ou carro e no momento que vou freiar vem os sintomas, mas nada que eu não aguente, até aqui tudo suportável, não é nenhum bicho de sete cabeças, tudo que acontece eu tenho o minimo de controle mental em tudo.
Vamos lá!
segunda-feira, 9 de março de 2015
DO 7º AO 10º DIA
Agora, oitavo dia da descontinuação, foi um tortura para dormir, simplesmente não conseguia, eu estava para cima, muito estranho, parece que minha personalidade estava toda revirada, só rindo para conseguir entender, hoje dei muitas gargalhadas, pois percebi que não adianta ficar lamuriando pelos cantos somente por causa de algo que sei que vai passar.
As vertigens continuam firme e forte, mas suportável, graças a Deus.
Hoje resolvi tomar um comprimido de Alprazolan 0,5mg, foi tiro e queda, tudo certo, imaginem a minha felicidade, de agora em diante quando eu estiver muito para cima vou fazer uso do Alprazolan para contrabalancear, deu tudo certo.
Agora estou no meu 9º dia de descontinuação. De ontem para hoje tive sonhos vívidos, sem explicação, punk, mas tudo suportável, são sonhos sobre o seu dia-a-dia, muito interessante isso, não sonho aqueles sonhos fora da realidade, o meu trabalho do dia é recontado á noite para eu não perder o costume, tudo o que aconteceu no dia anterior eu sonhei ele a noite, como disse só dando gargalhadas.
Décimo Dia, agora são as dores musculares e a falta de apetite, só consigo comer frutas. Carne e derivados de leite nem pensar, muito ruim, não desce, até agora não há sequer a mínima cogitação de voltar a fazer uso da paroxetina, acredito que estou curado das minhas neura. Vamos lá, ainda tem uns dias a serem percorridos.
As vertigens continuam firme e forte, mas suportável, graças a Deus.
Hoje resolvi tomar um comprimido de Alprazolan 0,5mg, foi tiro e queda, tudo certo, imaginem a minha felicidade, de agora em diante quando eu estiver muito para cima vou fazer uso do Alprazolan para contrabalancear, deu tudo certo.
Agora estou no meu 9º dia de descontinuação. De ontem para hoje tive sonhos vívidos, sem explicação, punk, mas tudo suportável, são sonhos sobre o seu dia-a-dia, muito interessante isso, não sonho aqueles sonhos fora da realidade, o meu trabalho do dia é recontado á noite para eu não perder o costume, tudo o que aconteceu no dia anterior eu sonhei ele a noite, como disse só dando gargalhadas.
Décimo Dia, agora são as dores musculares e a falta de apetite, só consigo comer frutas. Carne e derivados de leite nem pensar, muito ruim, não desce, até agora não há sequer a mínima cogitação de voltar a fazer uso da paroxetina, acredito que estou curado das minhas neura. Vamos lá, ainda tem uns dias a serem percorridos.
sábado, 28 de fevereiro de 2015
6º DIA
Hoje meu dia foi terrível, vertigem e uma tontura ao olhar para as laterais que meu estomago se revira, meu sono de ontem para hoje foi cheio de sonhos, o tempo em que estive dormindo foi somente sonhando, cada um mais estranho que o outro. Hoje pensei em ir a farmacia e comprar mais uma caixa de paroxetina 20mg, tentar recomeçar e fazer o desmame gradativamente, começando como 20mg e depois ir gradativamente abaixando a dose.
Mas depois de uma boa conversa com minha progenitora achei melhor não, ainda estou indeciso é muito forte a situação com passo agora. Ao digitar estes textos não tenho muita fixação visual na tela, meio embaçada, meio incompreensível, mas vamos lá, amanhã será um outro dia.
Sendo forte, no momento em que o meu cérebro tenta me levar à fraqueza!
Mas depois de uma boa conversa com minha progenitora achei melhor não, ainda estou indeciso é muito forte a situação com passo agora. Ao digitar estes textos não tenho muita fixação visual na tela, meio embaçada, meio incompreensível, mas vamos lá, amanhã será um outro dia.
Sendo forte, no momento em que o meu cérebro tenta me levar à fraqueza!
ONDE TUDO COMEÇA!
Tudo nesta vida tem um início, perceptível ou não, fácil de entender ou não, mas vou tentar resumir ao máximo todo o meu caminhar, na minha vivência contra algo, que a medicina trata como fobias, estresses pós traumático, síndrome do pânico e a "tal" depressão.
Não tenho conhecimento nenhum do mundo psicológico a não ser uns poucos artigo que leio, de acordo com o meu interesse em determinados assuntos, nada mais. Não pretendo substituir psicólogos, psiquiatras ou psicopedagogos nesta empreitada usando a escrita
Você pode concordar ou não, pode criticar, entenda da forma que você quiser, mas esta é parte da minha historia de uma vivência que poucos entendia, e ainda hoje não há uma compreensão exata para o que as minhas palavras irá tentar transmitir neste blog.
Desde a minha adolescência eu percebia momentos de leves desânimos além daquilo que não acontecia na maioria dos meus amigos e colegas, e eu, na minha, meio anti-social, mas aquilo era para mim normal, o de estar sempre na minha, não concordando, em partes, com a forma que a maioria das pessoas do meu convívio agia/praticava em seus cotidianos, não estou querendo dizer contravenções, algo contra a lei do nosso país, era apenas algumas coisas que eu simplesmente achava que estava fora do contexto ou algo que atrapalhava a mim ou a outrem. Mas enfim, para mim era normal as minhas atitudes e ou forma de ver a vida.
Sai da adolescência e entrei na juventude carregando em mim, nesta forma de ver a vida, sem dar a menor importância para esta carga genética/natural ou psicológica meio disfuncional, hoje vejo assim.
Saíamos para uma festa, eu ficava pelos canto, selecionando quem eu queria conversar, com quem sentar na mesa, e isso tudo com a maior normalidade possível, sem saber eu, que ali começava a minha jornada para chegar onde cheguei. Como disse, genético ou psicológico, la dentro de mim, hoje vejo como timidez ou no minimo uma arrogância permeada de ignorância sem o devido conhecimento da existência ou de uma ou outra.
Hoje tenho profissão definida, que me da bons ganhos, amigos que me ajudam e faz com que meus dias sejam melhores, faço parte de uma familia primordial para qualquer ser humano, a familia religiosa. Creio em Deus, nas palavras do seu Filho Jesus e Espírito Santo, sou protestante praticante, presbiterianista, tenho ao meu lado uma família maravilhosa que me ajuda e me compreende. Mas sei que de nada adianta termos tudo isso, que nos ajuda, se temos no ser algo fora do eixo, e não sabemos como explicar.
Conviver com estresse pós traumático, síndrome do pânico, TOC e depressão, é pau de dar em louco, não é fácil. Como explicar algo que simplesmente te desliga de tudo o que é "normal"? Como conviver ou viver com algo que te atrapalha até para ir ao banheiro se refrescar, não dá para mensurar tudo isso.
Tem o começo mas parece que não vai ter fim nunca, como diz o ditado, "doidêra" pura, foge às regras que aprendemos em nossa simples passagem por este planeta, incompreensível.
E assim sem muitas palavras, resumindo, aqui começa o meu diário.
Me desculpe se às vezes expresso de forma meio incompreensível em meus textos, mas é a minha melhor forma de contribuir.
Abraços a todos que de uma forma ou de outra vivencia essas nuances da vida.
Conviver com estresse pós traumático, síndrome do pânico, TOC e depressão, é pau de dar em louco, não é fácil. Como explicar algo que simplesmente te desliga de tudo o que é "normal"? Como conviver ou viver com algo que te atrapalha até para ir ao banheiro se refrescar, não dá para mensurar tudo isso.
Tem o começo mas parece que não vai ter fim nunca, como diz o ditado, "doidêra" pura, foge às regras que aprendemos em nossa simples passagem por este planeta, incompreensível.
E assim sem muitas palavras, resumindo, aqui começa o meu diário.
Me desculpe se às vezes expresso de forma meio incompreensível em meus textos, mas é a minha melhor forma de contribuir.
Abraços a todos que de uma forma ou de outra vivencia essas nuances da vida.
DO 1º AO 5º DIA
Nada de anormal, parece que não vou sentir os temíveis efeitos da descontinuação. O medo não é do efeito da descontinuação, o que me atormenta é não conhecer a realidade deste processo, causa calafrios só de lembrar.
Durante estes dias tenho pequenos momentos de sudorese, leve tremor na mão direita e pequenos lapsos de falha de memória, nada mais, tudo suportável tranquilamente, para quem vivia em constante estado depressivo, com panico e estressado, o agora mesmo com estes efeitos estranhos, ainda assim continuo feliz da vida, continuo lúcido, sem as velhas neuroses que me atormentavam dia e noite.
Li em um post encontrado na internet onde o autor ensina que uma pequena dose de vinho com baixo teor alcoolico e chocolate amargo, não menos de 70% auxilia no processo, se ajudar ou não, me manifestarei aqui no blog.
Durante estes dias tenho pequenos momentos de sudorese, leve tremor na mão direita e pequenos lapsos de falha de memória, nada mais, tudo suportável tranquilamente, para quem vivia em constante estado depressivo, com panico e estressado, o agora mesmo com estes efeitos estranhos, ainda assim continuo feliz da vida, continuo lúcido, sem as velhas neuroses que me atormentavam dia e noite.
Li em um post encontrado na internet onde o autor ensina que uma pequena dose de vinho com baixo teor alcoolico e chocolate amargo, não menos de 70% auxilia no processo, se ajudar ou não, me manifestarei aqui no blog.
Assinar:
Postagens (Atom)